As 10 carreiras mais promissoras para 2018

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As 10 carreiras mais promissoras para 2018

As 10 carreiras mais promissoras para 2018


Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, buscar uma formação e habilitar-se em alguma área do conhecimento tornou-se fundamental para se transformar em um profissional qualificado e de sucesso. Além disso, é preciso ficar atento também às profissões que vem se destacando e ocupando maior espaço nos ambientes de trabalho.

De acordo com especialistas, existem carreiras que crescem nos momentos de crise, enquanto outras se destacam no pós-crise. Os números da economia do Brasil apontam para a retomada do crescimento econômico no país. Com esta retomada, as atividades relacionadas aos setores de serviços são as mais promissoras, com destaque também para saúde, tecnologia, meio-ambiente e economia criativa.

Confira a lista que a CHAWork separou com as 10 carreiras mais promissoras para 2018 e a formação necessária para exercê-las:

 


1 – Gerente de marketing

O que faz: Cuida do planejamento de marketing e comunicação da empresa, além de promover campanhas digitais, lançamento de produtos e ações para posicionamento da marca em geral.

Formação necessária: Formações em áreas da comunicação, como Administração,  Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda, além de cursos específicos de marketing focado no ambiente digital. Para os cargos de gerência, algumas empresas e/ou agências exigem formação em administração também.

Por que está em alta:  Em um momento onde o digital ganha bastante espaço no mercado, o profissional de marketing com conhecimento em online se destaca por conhecer os processos e ferramentas para esse tipo de público.

 


2 – Cientista de dados

O que faz:  O cientista de dados aplica princípios, processos e técnicas para criar soluções inteligentes para empresas de diversos setores por meio da análise automática de informações. Ele lida com Big Data, o grande volume de dados que circula na internet e os algoritmos matemáticos que permitem a interpretação dessas informações.

Formação necessária: Embora seja uma das profissões mais requisitadas no mercado de trabalho atual, ainda não existe um curso superior especificamente em Ciência de Dados. Entre as graduações que habilitam para trabalhar nessa área estão Matemática, Estatística, Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão da Tecnologia da Informação.

Por que está em alta:  Na mesma onda do marketing digital, o profissional capacitado para lidar com big data que pode melhorar, tornar os processos mais eficientes e rentáveis. São tratados como uma “mina de ouro virtual” que ajuda a aumentar receitas.

 

3 – Agroecologia

O que faz: O profissional de agroecologia planeja, executa e monitora os sistemas de produção agropecuária, com foco em práticas que não agridam o meio ambiente. Apoia a transição do modelo convencional de agricultura, com uso de defensivos agrícolas, para modelos agroecológicos como, por exemplo, a produção de alimentos orgânicos.

Formação necessária: Bacharelado ou curso técnico em Agroecologia.

Por que está em alta: A preocupação das pessoas com a saúde e em comer alimentos mais saudáveis está aquecendo o mercado de produtos orgânicos, fazendo a agroecologia ganhar espaço e destaque.

 

4 – Engenharia de Energias

O que faz: O profissional de engenharia de energias planeja, analisa e desenvolve sistemas de geração, transmissão, distribuição e utilização de energia. Lida com todas as formas de energia que compõem a matriz energética brasileira, renovável ou não renovável.

Formação necessária: Formação em Engenharia de Energias e Meio Ambiente ou Engenharia de Energias Renováveis.

Por que está em alta:  O uso crescente de novas fontes de energia, entre elas eólica, solar, de biomassa e marítima, abre espaço para quem quer se dedicar à atividade de pesquisa e desenvolvimento, além das empresas buscarem profissionais que avaliam o nível de consumo de eletricidade dos ambientes, buscando otimizar o uso da mesma.

 

5 – Gestão de Resíduos

O que faz: O profissional é responsável por minimizar o impacto da geração de resíduos, que podem ser de origem doméstica, industrial ou de origem química, e incentivar a reutilização e reciclagem.

Formação necessária: Formação em Gestão de Resíduos Sólidos, além de conhecer muito bem os aspectos legais que regem o setor de resíduos sólidos na sua região, tanto na esfera municipal, estadual como nacional.

Por que está em alta: Com o crescimento da preocupação por parte de empresas e instituições com relação ao meio ambiente, cada vez mais profissionais estão sendo contratados para exercer esta função tão importante.

 

6 – Gerente de ecorrelações

O que faz: Utiliza de conhecimentos interdisciplinares para reduzir o máximo possível os impactos ambientais da empresa na qual ele trabalha. O profissional também procura brechas na legislação ambiental para que as ações da empresa sejam adequadas e legais.

Formação necessária: Formação ligada às áreas ambiental, ecologia, legislação ambiental, entre outras.

Por que está em alta:  As profissões ligadas à sustentabilidade começam a surgir devido à crescente preocupação da sociedade em relação ao meio ambiente e, principalmente com relação à sua preservação.

 

7 – Técnico em drone

O que faz: Controla drones ou equipamentos semelhantes.

Formação necessária: Treinamentos e autorização da Agência Nacional de Aviação Civil, a ANAC.

Por que está em alta: O drone é uma das tecnologias que mais tem chamado a atenção nos últimos tempos. O equipamento tem sido adotado principalmente por fotógrafos e cinegrafistas com o objetivo de fazer imagens aéreas, e estão se tornando comuns também em aparatos militares e de vigilância.

 

Além das profissões citadas acima, que já estão em alta nos últimos anos – e que devem continuar em expansão - em função do aumento da preocupação das organizações com a pauta ambiental, incluindo também os cargos de gestão, aliados à tecnologia, importantes para o desenvolvimento e crescimento em tempos de crise econômica, o cenário atual no Brasil dá espaço para novas profissões. Umas das posições executivas de alta gestão que mais cresceu nos últimos anos em grandes empresas de todo mundo foi na área de inovação, setor que será promissor também no Brasil. Destacamos também as funções que deverão crescer em consequência do envelhecimento da população brasileira.

 

8 – Chief innovation officer

O que faz: É o profissional responsável por gerenciar de forma estratégica e sistemática a gestão de inovação da empresa. Tem visão estratégica, sensibilidade organizacional, paixão por mudança, base financeira e entendimento do consumidor.

Formação necessária: Conhecimentos aprofundados de tecnologia (base e motor da inovação), conhecimentos de custos e recursos de telecomunicações.

Por que está em alta:  Cada vez mais as organizações estão levando a sério e buscando programas de inovação ao invés de esperar que a inovação aconteça. Como resultado, é cada vez mais comum para as empresas ter alguém em seu quadro com o título de Diretor de Inovação (CINO – Chief Innovation Officer).

 

9 – Conselheiro de Aposentadoria

O que faz: É o profissional responsável por prestar um suporte para quem está se aposentando ou quem já se aposentou. Assim, entre as funções deste profissional estão buscar ensinar a poupar e investir, analisar em que idade o profissional deve se aposentar de acordo com a renda mais adequada. Também pode dar auxílio sobre quais são as melhores alternativas de investimento e plano de saúde.

Formação necessária: Não há uma formação específica, mas é necessário conhecimento em finanças, empreendedorismo, gestão de pessoas, planos de saúde, cálculos atuariais, práticas culturais e serviços previdenciários.

Por que está em alta:  O IBGE aponta que a população idosa brasileira deve triplicar entre 2010 e 2050. Com o envelhecimento da população, profissionais que atuam nessa área ganham destaque.

 

10 – Ciências atuariais

O que faz: O profissional é responsável pela elaboração de planos de seguro (de saúde, de vida ou qualquer outro) ou de previdência e pela realização de outras operações financeiras que envolvam risco. Ele avalia as possibilidades de perdas da seguradora ou da instituição previdenciária, determina o valor das prestações do seguro.

Formação necessária: Formação em Ciências Autoriais, gostar de matemática e ter boa capacidade de concentração.

Por que está em alta: O mercado de seguros está em alta no Brasil e especialistas apontam a profissão como uma das mais promissoras dos próximos anos, além de ter uma baixa concorrência. Existem pouco mais de mil profissionais associados ao Instituto Brasileiro de Atuária (IBA).



Equipe CHAWork

Colunista: Equipe CHAWork


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