Plano de Desenvolvimento Individual: quando é bom?

O que é um bom Plano de Desenvolvimento Individual? Você tem a resposta para esta pergunta? Descubra, neste artigo, para agir certo de agora em diante.

Por Chawork 06 de Janeiro de 2026 - Atualizado em 06 de Janeiro de 2026 6 min. de leitura
Reunião de negócios entre um homem e uma mulher em um escritório, discutindo estratégias e ideias para crescimento empresarial.

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Um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) é praticamente um acordo entre um colaborador e sua liderança ou sua empresa, pensado para organizar o crescimento profissional dessa pessoa.

Quando consolidado em forma de documento, ele deve reunir metas, prazos e ações, mostrando, claramente, “aonde” o colaborador está, para “onde” ele pode ir e o que precisa fazer se quiser chegar lá.

Quem faz um PDI, portanto, alinha melhor expectativas e objetivos, não à toa, segundo um levantamento do LinkedIn, empresas com a adoção de processos estruturados nesse sentido têm 34% mais chances de reter talentos!

Quer começar uma nova era, de melhor direcionamento dos seus funcionários, redução de dúvidas sobre o futuro e colaboração mútua entre líderes e liderados? Este artigo vai lhe ajudar.

O que é um Plano de Desenvolvimento Individual e por que fazê-lo?

O PDI de um funcionário de uma empresa é um guia através do qual o próprio colaborador, junto com seu gestor, alinham competências (existentes e necessárias), metas e ações que direcionam a performance e o sucesso profissional e organizacional.

Em outras palavras, ele é um mapa com dois pontos principais: aonde o colaborador está e para onde quer/pode ir, permite o monitoramento mais assertivo do potencial e da evolução dessa pessoa e ajuda na estruturação concreta de seu desenvolvimento dentro da organização.

São motivos que comprovam a importância da construção deste guia:

  • Direcionamento adequado de rotina
  • Distribuição correta de responsabilidades
  • Fortalecimento da relação entre contratantes e contratados
  • Acompanhamento contínuo do funcionário
  • Aprofundamento de diálogos em alinhamentos
  • Visão estratégica da equipe
  • Identificação de lacunas de habilidades
  • Incentivo à capacitação
  • Organização mais precisa de mudanças internas

Dentre tantas outras razões que deságuam, afinal, nas vantagens do PDI apresentadas adiante.

TOP 5 benefícios de um bom Plano de Desenvolvimento Individual

Quem já experimentou essa sensação, sabe: quando empresa e colaborador estão na mesma página, parece que tudo flui melhor, que as metas são alcançadas com mais facilidade, que as decisões se tornam mais simples e acertadas e que qualquer dúvida desaparece!

Organizações que realmente se dedicam, junto de seus colaboradores, à construção de um bom direcionamento conseguem reter talentos, motivar os times, melhorar a produtividade, alinhar a comunicação interna e muito mais. Leia mais:

1. Retenção de talentos

O PDI permite que cada funcionário enxergue melhor os espaços que ocupam e podem vir a ocupar na empresa, quais novas funções podem exercer ou novos projetos ou responsabilidades podem assumir.

Isso reduz saídas motivadas por falta de perspectiva e, consequentemente, gastos ligados à novas contratações e novos treinamentos.

2. Aumento da motivação e do engajamento dos colaboradores

Quando um funcionário entende o caminho que precisa trilhar para progredir profissionalmente, a rotina ganha sentido e o interesse nas entregas cresce, e bons PDIs são uma prática que aumenta a motivação justamente porque mostram como o trabalho de hoje pode levar à evolução de amanhã.

O engajamento vem na sequência: metas que fazem sentido e pequenas conquistas ajudam cada pessoa a manter o ritmo lá no alto. E se cada ação do PDI estiver conectada às oportunidades que aparecem, melhor ainda!

3. Melhora do desempenho organizacional

Como consequência da impulsão do PDI ao desejo de “visualização da carreira”, digamos assim, surge, ainda, a melhora do desempenho da empresa como um todo.

Os colaboradores param de tentar adivinhar o que precisam aprender e descobrem quais habilidades realmente podem fazer a diferença nos próximos meses, desperdiçando tempo e energia numa entrega que não leva a lugar algum.

Por isso, também, os setores ganham autonomia e os processos funcionam cada vez melhor.

4. Comunicação interna mais alinhada

E, se cada um entende o que está fazendo ou precisa fazer e como sua atuação está conectada à evolução de sua área, a comunicação interna flui com tranquilidade, sem dúvidas.

Tendo o PDI como um ponto de apoio para organização de prioridades e orientação de escolhas, gestor e colaborador vão caminhar rumo aos mesmos objetivos, e toda conversa vai fazer sentido de verdade

Os registros atualizados de acordos e combinados diminuem os ruídos, a clareza sobre o cotidiano deixa os feedbacks mais diretos e construtivos, e até diálogos sensíveis correm bem, afinal, todos partilham das mesmas informações.

Interessante, né?

Outro benefício do PDI, inclusive, aparece justamente nesta palavrinha que virou moda no corporativo: “feedback”.

5. Desenvolvimento da cultura de feedback contínuo

Por último, mas não menos importante, já que um feedback funciona melhor quando segue uma lógica de raciocínio, o Plano de Desenvolvimento Individual entra em cena para mostrar o caminho, e qualquer retorno do gestor ao colaborador tem como base os objetivos e as  responsabilidades previamente definidos no documento.

Acabam os papos aleatórios, começam as conversas realmente úteis. Qualquer apresentação de resultados ou ideias tem embasamento e qualquer orientação pedida tem a ver com o que empresa e funcionário esperam do futuro.

Com o tempo, todo mundo vai percebendo isso, então, o feedback entra na rotina como a base de sustentação para um ciclo contínuo de desenvolvimento!

“Mas o que vocês querem dizer com ‘um bom’ PDI?”

Excelente pergunta! Um “bom” PDI não é um formulário qualquer preenchido para cumprir tabela. Ele é vivo, personalizado e faz sentido tanto para o colaborador quanto para a empresa.

Primeiro, ele se adapta às metas e necessidades de quem vai executá-lo. Segundo, ele é claro: traz objetivos específicos e mensuráveis, prazos realistas e ações concretas, e não traz frases genéricas que, na prática, não dizem nada.

Ainda, ele é revisado com frequência e ajustando conforme a evolução do colaborador e as mudanças da empresa ou conforme o surgimento de novas prioridades – e sempre a partir de uma conversa franca com o próprio funcionário.

Um “bom” PDI é uma construção conjunta, não uma imposição

Agora que você entendeu isso, veja como fazê-lo e inspire-se em exemplos trazidos num outro artigo aqui do blog!

Lembre-se de que não basta você apontar para o funcionário o que ele precisa melhorar: é fundamental que a empresa mostre caminhos para o crescimento, incentivando ou oferecendo a participação em cursos, mentorias, projetos, num processo interno de job rotation etc.

E fique firme nas revisões e nos ajustes, por exemplo, mensais, pois são eles que mantêm o plano ativo e relevante.

Não se preocupe com a complexidade em mantê-los: existem excelentes ferramentas digitais que podem lhe ajudar do início ao fim!

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